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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Foto aérea da entrada da Cidade (foto gentilmente cedida pelo Sr João Carlos Castro Tito)

Aeroporto Municipal
                O Aeroporto Municipal está situado na zona urbana do Município, ao sul do perímetro urbano. É de propriedade da Prefeitura Municipal, sendo por ela administrado. Atualmente, três empresas utilizam a área do Aeroporto Municipal; duas empresas de aviação agrícola.

Foto aérea antiga da Praça Borges de Medeiros

Fatos Históricos

domingo, 29 de janeiro de 2012

Rio Santa Maria, no final da rua Amaro Souto e fundos do 4º RCC

                   Há vários anos, tem sido constatada a degradação da área abrangida pela bacia hidrográfica do rio Santa Maria, tanto pelo poder público quanto pelas populações que nela residem. Fez-se longo estudo da problemática através de representantes dos municípios interessados, por técnicos do Conselho de Recursos Hídricos do Estado do Rio Grande do Sul e pela FEPAM, criando-se, destarte, em dezembro de 1994, o Comitê de Gerenciamento do Rio Santa Maria, cujo objetivo é a recuperação e aproveitamento racional dos recursos hídricos, revertendo as condições críticas do rio, como:
  • Retirada da mata ciliar;
  • Queima das formações arbóreo-arbustivas de campo;
  • Assoreamento do leito outrora navegável, com transbordamentos em épocas de cheia;
  • Existência de mais de 700 pontos de tomada de água por bombas de irrigação;
  • Inúmeros afluentes interrompidos por barragens sem planejamento;
  • Exploração intensa de areia nas margens e no leito dos rios;
  • Contaminação das águas por defensivos agrícolas e efluentes líquidos de diferentes origens (salienta-se a inexistência de dados sobre poluição das águas por substâncias químicas).

Por-do-sol no Pampa Gaucho

Clima
                O clima é temperado subtropical úmido, com verões quentes e invernos frios A temperatura média no mês de janeiro superior a 32°C, e temperatura mínima registrada geralmente no mês de julho, ficando em torno de 3°C.
  • Média anual de chuvas: 1300 - 1600mm
  • Ventos: predomina a massa Sul-atlântica (leste-oeste)
  • Geadas: 10 – 15 dias por ano.
  • Insolação: 2.200/2.800 horas por ano.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Quartel do Corpo de Bombeiros da Brigada Militar

ORIGEM E EVOLUÇÃO DAS ATIVIDADES DE BOMBEIROS NO BRASIL E NO
RIO GRANDE DO SUL

              Em 02 de julho de 1856, o Imperador D.Pedro II, assinava o Decreto Imperial nº 1.775, que regulamentava, pela primeira vez no Brasil, o serviço de extinção de incêndio. Nessa época, ao sinal de incêndio, o badalar dos sinos alertava homens, mulheres e crianças que ficavam em fila e, do poço mais próximo, passavam baldes de mão em mão, até chegarem ao local que estivesse em chamas. Para oficializar a importância do bombeiro, o Presidente da República Getúlio Vargas, decidiu que todo o dia 2 de julho deve ser dedicado a homenagear esses profissionais.

A preocupação em combater o fogo é antiga na história do homem. Já no século XVII a.C., o Imperador Hamurabi incluiu em seu famoso código as primeiras normas de prevenção contra incêndio.
Durante as transformações que o mundo sofreu, houve o registro escrito do que pode ser considerado grupamento de bombeiros instalado (China, ano de 564 a.C.).
Vamos ver na longa trajetória do homem as iniciativas de cada civilização para tratar do assunto:
Roma (atual Itália), ano 6º da era cristã – primeiro corpo de bombeiros militar;
Paris (França), 1811 – modelo de bombeiros de Napoleão;
Brasil, (Rio de Janeiro) 1856 – Corpo Provisório de Bombeiros da Corte (baseado no modelo militar francês, mas com resquícios da influência inglesa e alemã).

NO RIO GRANDE DO SUL Em 1895, com quase 70 mil habitantes, Porto Alegre passava por um frenético período de expansão. A luz elétrica levada a particulares por uma companhia inglesa desde 1873, alcançava um número cada vez maior de residências. A iluminação pública contabilizava mais de 600 lampiões a gás.

Aparentemente, os serviços urbanos não deixavam nada a desejar e o porto-alegrense desfrutava de uma agradável vida comunitária, sem maiores sustos e percalços. Mas não era bem assim, havia incêndios a perturbar esse belo cenário e não existia quem os combatesse com eficiência. A cidade não contava com um serviço oficial de combate ao fogo, que até então se limitava a um desorganizado e desaparelhado corpo de voluntários, incapaz de enfrentar sinistros de maior vulto.
É aí que entram, nessa história, as Companhias de Seguros então instaladas em Porto Alegre. preocupadas com a quantidade de incêndios e com a forma ineficaz de combatê-los – que além de tudo lhes prejudicava a saúde financeira – elas tomaram a iniciativa de fundar, estruturar e administrar um Corpo de Bombeiros, o primeiro da história da cidade, tão bem equipado quanto o das capitais brasileiras de seu porte, e com o passar do tempo estenderam esse serviço `as principais cidades do interior.
Na época, final do século passado, eram comum as Companhias Seguradoras instaladas no país criarem e manterem Corpos de Bombeiros, já que de qualquer forma a maioria das grandes cidades não dispunha de condições financeiras para assegurar esse serviço de forma eficiente.
No dia 27 de junho de 1935, o General Flores da Cunha, interventor no Governado do Estado, assinou decreto transferindo "o Corpo de Bombeiros Particular de Porto Alegre à Brigada Militar".

Em Rosário do Sul a criação do Corpo de Bombeiros se deu após alguns sinistros como o incêndio no supermercado Minuano na rua Marechal Floriano, o incêndio no sub solo da igreja matriz, na loja de moveis na rua Voluntários da Pátria, o tombamento de uma carreta de combustível no trevo de acesso a Rosário do Sul, acidentes automobilísticos nas BRs como o ocorrido com 11 padres católicos na BR 290, alem de grandes enchentes e afogamentos no Rio Santa Maria , Ibicui e barragens da região.
O Comando da Brigada Militar juntamente com a comunidade rosariense e suas forças vivas, iniciaram em 1977 um trabalho para instalação do corpo de Bombeiros em Rosário do Sul.
No dia 23 de fevereiro de mil novecentos e noventa e nove, foi instalada a Sede do Corpo de Bombeiros em Rosário do Sul, no antigo mercado da Cotriros, criado através de ato governamental do Sr. Governador do Estado Olívio Dutra. O 1º Sargento da reserva altiva Jair Rodrigues Mendes, passou a comandar 13 servidores militares, logo após estiveram no Comando da Seção de Combate a Incêndios de Rosário do Sul, o 1º Tenente da reserva altiva Rogério Luis da Silva, 1º Ten da reserva altiva Antonio Carlos da Silveira Flores, 1º Ten da reserva altiva Elton José Macedo Trindade, e atualmente é Comandada pelo Capitão do Quadro de Oficiais do Estado Maior Gerson Luiz da Silva Rodrigues.
Em 07 de outubro de 2004, foi inaugurada as novas instalações do quartel de bombeiros na rua Amaro Souto nº 1924, no prédio onde funcionava a inspetoria veterinária, obra esta realizada pela prefeitura Municipal em três fases, iniciada no ano de 2001 e concluída em 2004. No mesmo ano o Corpo de Bombeiros recebeu do Estado uma viatura Auto tanque, zero quilometro com capacidade de sete mil litros de água para o Combate a Incêndios, atualmente o corpo de Bombeiros possui duas viaturas de Combate a Incêndios e cinco viaturas leves, entre elas uma ambulância/resgate zero quilômetro, que foi recebida através da consulta popular, do Estado no ano de 2009, possui um efetivo de 32 servidores estaduais.

Trevo na entrada da cidade

Acessos Rodovia

Cidades Vizinhas

                                                 Cidades que fazem divisa com Rosário do Sul:

Arquitetura

                                                               População
Com uma população total de 41.363 habitantes, conforme dados de 2007.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Rio Santa Maria (foto gentilmente cedida pelo Sr João Alfredo Menna Barreto)

     Rio Santa Maria:
                Há vários anos, tem sido constatada a degradação da área abrangida pela bacia hidrográfica do rio Santa Maria, tanto pelo poder público quanto pelas populações que nela residem. Fez-se longo estudo da problemática através de representantes dos municípios interessados, por técnicos do Conselho de Recursos Hídricos do Estado do Rio Grande do Sul e pela FEPAM, criando-se, destarte, em dezembro de 1994, o Comitê de Gerenciamento do Rio Santa Maria, cujo objetivo é a recuperação e aproveitamento racional dos recursos hídricos, revertendo as condições críticas do rio, como:
  • Retirada da mata ciliar;
  • Queima das formações arbóreo-arbustivas de campo;
  • Assoreamento do leito outrora navegável, com transbordamentos em épocas de cheia;
  • Existência de mais de 700 pontos de tomada de água por bombas de irrigação;
  • Inúmeros afluentes interrompidos por barragens sem planejamento;
  • Exploração intensa de areia nas margens e no leito dos rios;
  • Contaminação das águas por defensivos agrícolas e efluentes líquidos de diferentes origens (salienta-se a inexistência de dados sobre poluição das águas por substâncias químicas).
Os trabalhos previstos subdividir-se-ão em duas etapas, de acordo com os pontos em melhor estado de conservação, os pontos mais críticos, as recomendações e os procedimentos necessários aos objetivos do Comitê: a primeira abrange desde as nascentes do rio Santa Maria (em Dom Pedrito) e toda a área compreendida no Município de São Gabriel. A segunda etapa concerne aos Municípios de Rosário do Sul e Cacequi. No Município de Dom Pedrito, está prevista no projeto a construção de duas barragens nas cabeceiras do rio Santa Maria, cujas finalidades essenciais são a ampliação da área irrigável, bem como a regularização do volume de águas.
Principais vias hídricas da bacia do rio Santa Maria: rios Ibicuí da Armada, Cacequi, Ibicuí da Faxina, Santa Maria Chico, arroios Vacaquá, Saicã. Rio Ibirapuitã:
No território de Rosário do Sul, encontra-se a porção leste da Área de Proteção Ambiental (APA) do Ibirapuitã, iniciativa da Fundação Rio Ibirapuitã, organização não-governamental, abrangendo cerca de 318.000 hectares (nos municípios de Rosário do Sul, Alegrete, Quaraí e Santana do Livramento). Criada em 1976:
Em estudos e observações realizadas pelo IBAMA, localizaram-se 148 das 563 espécies de aves do Rio Grande do Sul, incluindo algumas em extinção, como o Gavião-bombachinha e a Águia-chilena, e mamíferos, como a Lontra, lobo-guará, Veado-campeiro, Mão-pelada, Bugio, Zorrilho, sorro, graxaim-do-campo, emas, entre outros. No Município de Rosário do Sul encontra-se a Serra do Caverá, lugar do qual a FURI mais reclama acerca de desmatamentos e queimadas em algumas de suas áreas.
Principais rios da bacia em Rosário do Sul: arroios Caverá, Caverazinho, Ibirapuitã-Chico.