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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Atlético Swift Internacional em 1940

Nesta foto, a direita, acima , aparece o antigo rio velho, onde correu o santa maria em séculos passados,aparece a água

Antiga Estação Férrrea

A estação de Rosário do Sul foi inaugurada em 1909
Teve como administradoras:
Cie. Auxiliaire (1909-1920)
V. F. Rio Grande do Sul (1920-1975)
RFFSA (1975-1996) 
ROSÁRIO DO SUL
Município de Rosário do Sul, RS
Linha Cacequi-Livramento - km 687,167 (1960)   RS-3286
    Inauguração: 15.11.1909
Uso atual: abandonada    com trilhos
Data de construção do prédio atual: n/d  
atualmente só passam os cargueiros da ALL
Fonte:http://www.estacoesferroviarias.com.br/rs_bage_riogrande/rosario.htm
 

Grenal da Baixada (Simples rivalidade de Gremistas e Colorados da baixada, virou evento no calendário do municipio)

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Caverá

Rua Mal. Floriano. O local atualmente é ocupado pela Livraria Saran, frente do Comercial. No extremo direto da foto se observa a cobertura da antiga Farmacia Confiança (atual Panvel) do Sr. Daniel Hornes

Pavilhão antigo na Swift Armour onde ficava o restaurante (na hora do relêvo (folga) iam comer no pinche)

Histórias de Rosario do Sul

 Pelo historiador rosariense, hoje, radicado em Santa Maria, Jorge Telles.
                          Afamados “Quartos Branco”
             ”Quando a Cia. Swift adquiriu a Charqueada Union del Rozario, de capital uruguaio, em Rosário do Sul no ano de 1917, o grande problema enfrentado pelos gringos foi o de mão de obra. A única conserva de carnes que a gauchada sabia fazer era o charque, coisa que o sábio Assis Brasil associava com a estopa.Para suprir essa falta foram importados centenas de uruguaios e argentinos, elementos já descartados pelos frigoríficos Tablada de Montevidéu e Cold Storage de La Plata, na Argentina. Entre esses, muitos eram truculentos e brigões, com idéia revolucionárias para a época como o sindicalismo e o anarquismo,
Para os altos funcionários que vieram do Estados Unidos a Swift construiu um bairro típico americano com cottages (chalés) e o campo de golfe. Essas coisas existem até hoje. Os americanos formaram a sua própria polícia, aos moldes deles. Com a chegada desses estrangeiros surgiu o problema de acomodação. Para isso foram construídos os tétricos e afamados Quartos Brancos, entre o campo de golfe e a estrada de ferro, que mais nada eram que grandes celas onde era internado esse pessoal para o descanso. A forma como eram tratados esses infelizes funcionários platinos merece um estudo maior. Eles eram acordados ao som de potentes pauladas num grande sino que ficava entre os quartos. Sem muitas delongas e abaixo de gritos eles entravam em forma e eram levados como gado para o serviço. No caminho cruzavam com a outra leva que tinha cumprido o seu turno de serviço e retornava para os Quartos, onde ocupariam as mesmas camas recém desocupadas e ainda quentinhas.
Hoje os famosos Quartos Brancos ainda existem. Foram vendidos, repartidos internamente e transformados em confortáveis residências. Quase nada mudou em sua aparência externa a não ser algumas janelas. As originais eram muito altas para evitar as fugas. Durante a Primeira e Segunda Guerras Mundiais, a Swift chegava a ter três turnos de oito horas, funcionando vinte e quatro horas sem parar. Era gigantesco o esforço de guerra do Tio Sam. Especialmente para a Segunda Guerra a Swift já recrutava operários entre os desocupados das cidades vizinhas de Rosário como Cacequi, Alegrete e São Gabriel.
Existem muitas testemunhas e relatos sobre a fome que passava a população de Rosário do Sul nos primeiros anos do século passado. O principal relato sobre isso é do escritor Josué Guimarães, nascido em São Jerônimo em 1921, filho de um telegrafista dos Correios, que foi transferido para Rosário no mesmo ano de seu nascimento. Faltavam comestíveis na cidade; o leite, por exemplo, ninguém tirava apesar das vacas ficarem soltas pela cidade e até pastarem na praça. Quando tiravam o leite, era só para fazer queijo. Com dificuldades conseguia-se trigo, batata-doce e charque: esse havia em abundância. A dieta do gaucho pobre da fronteira sempre foi muito pobre, bem diferente do que contam os arautos do tradicionalismo, de que o Rio Grande sempre foi farto. Outro testemunho forte é o do Padre Estanislau, o padre da Cabras, de Santa Maria. Foi hercúleo o seu trabalho pelas campanhas na tentativa de reeducar a alimentação das populações no plantio de hortas e criação de cabras para a produção de leite.
Sobre o assunto dos prisioneiros de guerra japoneses trazidos pelos militares americanos: o Dr. Mario Ortiz de Vasconcellos, proprietário das terras onde foram assentados os soldados prisioneiros japoneses ainda está vivo e lúcido, apesar dos seus mais de 100 anos. Também ainda trabalham no local o casal Luis e Arizolina, assim como os vizinhos mais antigos das imediações. Esses citados acima, são fontes testemunhais e de informação.”

Há alguns anos atrás devido a influência americana (Swift Armour) essa parte do estádio era chamada de "Groonde" (não sei se ta correta a grafia)


Rio Ibicui

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Acesso a Praia pela rua 7 de Setembro (rua do Hospital)

COHAB

Balseiros no Rio Santa Maria

"Balseiros do Rio Uruguai"
Oba! viva! veio a enchente
O uruguai transbordou
Vai dar serviço prá gente
Vou soltar minha balsa no rio
Vou rever maravilhas
Que ninguém descobriu)
Amanhã eu vou embora pros rumo de uruguaiana
Vou levando na minha balsa cedro, angico e canjarana
Quando chegar em são borja, dou um pulo a santo tomé
Só pra ver as correntinas e pra bailar um chamamé
Se chegar ao salto grande me despeço deste mundo,
Rezo a deus e a são miguel e solto a balsa lá no fundo
Quem se escapa deste golpe, chega salvo na argentina
Só duvido que se escape do olhar das correntinas

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Talco Cardoso preso na cadeia que ficava atrás da Prefeitura


Talco Cardoso, considerado durante muito tempo, o homem mais valente da fronteira Oeste. Uma vez fez parar o trem Minuano no meio do campo para pegar um cavalo. Foi morto pelas costas por Jorge Locatelli, seu companheiro de roubo de gado, em 1955.